A MORTE DA COADJUVANTE E O NASCER DA PROTAGONISTA: O PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO UMA PRÁTICA DO ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO ATRAVÉS DA DIALÉTICA ENTRE A TEORIA SISTÊMICA E A LEITURA JUNGUIANA SOBRE OS MITOS


A MORTE DA COADJUVANTE E O NASCER DA PROTAGONISTA: O PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO

UMA PRÁTICA DO ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO ATRAVÉS DA DIALÉTICA ENTRE A TEORIA SISTÊMICA E A LEITURA JUNGUIANA SOBRE OS MITOS

 

Ligia Alvares Mata Virgem - Terapeuta Holística - CRT 47968


Salvador

2013


 

 

Trabalho apresentado ao Sindicato dos Terapeutas – SINTE, como resultado para a obtenção da habilitação definitiva de terapeuta holística nas abordagens sistêmica e reiki.

Salvador

2013


 


RESUMO


Este trabalho apresenta um estudo de caso de aconselhamento terapêutico realizado em um Instituto de Estudos e Intervenções em Psicologia de Salvador e tem como objetivo demonstrar as possibilidades de entrelaçamentos da teoria junguiana e a teoria sistêmica familiar como recursos para o processo de individuação do sujeito. O embasamento teórico abordou os conceitos sobre a teoria geral dos sistemas, elucidando a importância dos processos iniciais de vinculação afetiva constantes na teoria do apego e as configurações dos sistemas parentais na contribuição dos padrões relacionais constituídos, de acordo com o entendimento sobre subsistemas e fronteiras. Além disto, trouxe os recursos lúdicos da prática narrativa sistêmica, pelo manejo clínico da externalização do problema e das interpretações dos mitos pela leitura Junguiana como possibilidades para a amplitude da consciência da cliente. Participou deste trabalho apenas um indivíduo, tendo sido uma pesquisa qualitativa baseada num estudo de caso. Os resultados parciais já alcançados demonstram: a) identificação do estilo de apego na infância; b) reparação do vínculo afetivo com a família de origem; b) nomeação do sentimento responsável pelo sofrimento; c) reconhecimento do comportamento de desejabilidade social como garantidor do sentimento de pertença; d) ampliação de consciência quanto ao papel que exerce na família e estabelecimento das fronteiras relacionais; e) deflagração do sentimento de abandono como sabotador da sua autonomia; f) O contato e escuta da própria intuição como base segura emocional.

Palavras-chaves: Aconselhamento terapêutico, apego, subsistemas e fronteiras, externalização do problema, mitos.


 


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO.................................................................................................3

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.................................................................4-10

3. MÉTODO..................................................................................................11-17

3.1 Participante...........................................................................................11

3.2 Instrumento...........................................................................................11

3.3 Procedimento de Coleta e Análise de Dados...................................12

3.4 Considerações Éticas..........................................................................12

3.5 Resultados e Discussões...............................................................12-17

4. Considerações finais...................................................................................18

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................19-20


 


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1. INTRODUÇÃO

Este trabalho apresenta um estudo de caso de atendimentos terapêuticos que aconteceram em um Instituto de Estudos e Intervenções Psicológicas de Salvador, cujo propósito foi demonstrar a convergência das teorias sistêmica e junguiana na prática clínica para o suporte ao cliente no seu processo de individuação.

A principal motivação foi ampliar as possibilidades de oferta de recursos indiretos que estimulassem o consulente a iniciar a viagem interna, com menos resistência e abrisse a porta do inconsciente com maior leveza. A utilização de recursos lúdicos permitem acessar a fantasia e o imaginário e desativar os mecanismos de defesas, dando a permissão para a o contato com os conteúdos intrapsíquicos.

A apresentação deste trabalho está estruturada em:

1. Introdução – breve apresentação do trabalho, com o objetivo, motivo e

estrutura. 2. Fundamentação Teórica – demonstrando quais teorias e pensadores

influenciaram e embasaram o estudo aqui apresentado. 3. Método – relato da pesquisa, instrumento, procedimento de coleta e análise

de dados, bem como discussões e resultados alcançados. 4. Considerações Finais – conclusão do autor sobre os estudos, análise e

resultados obtidos.


 


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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Quando ouvimos as histórias sobre as civilizações - mesmo na época da formação de bandos, quando os grupos humanos se organizaram para viver em comunidade - o papel de escuta sempre era exercido por algum membro. Este conselheiro contribuía para o direcionamento das atitudes do grupo, orientando e ajudando aqueles que o consultavam em como lidarem com as relações interpessoais e o mundo em que interagiam, adequando-se ao meio em que conviviam. Eram representados por sábios, profetas, pajés, sacerdotes, gurus, filósofos, entre outros, o que denota que o aconselhamento está presente na vida do homem desde tempos muito remotos (PIÑERO & MESEGUER; 1970 apud FORGHIERI; 2007).

Segundo Piñero & Meseguer (1970) apud Forghieri (2007), 450 anos A.C. já existia o processo denominado de “cura pela palavra” feita pelo filósofo, Empédocles. Tal filósofo fazia tratamento de doentes através da conversa buscando descobrir quais eram as queixas, se de ordem física ou psicológica. Outros filósofos após Empédocles, como Platão e Aristóteles, além de Hipócrates que era médico, se utilizavam da escuta e da conversa para iniciar tratamentos. Todos estes pensadores contribuíram para a evolução do processo de aconselhamento terapêutico e do estudo sobre as dores da alma.

Desde então, muitas teorias e pensamentos foram desenvolvidos e o ser humano passou a ser entendido não mais como corpo e alma desconectados, mas como um todo. Este todo é a interação do dualismo – alma e corpo – e é resultado da relação com o contexto em que vive, sendo afetado por ele e também agindo sobre ele (VASCONCELOS, 2002).

Nesta cronologia do estudo sobre a alma, Carl Jung por volta de 1900 trouxe grandes contribuições para o processo de autoconhecimento do sujeito, a individuação. A prática terapêutica pela teoria Junguiana, pode acontecer com a ajuda de vários recursos associativos e imagéticos, entre eles, as leituras e interpretações dos mitos, uma das ferramentas foco deste trabalho.

Serbena (2010) explica que a visão de inconsciente para Jung amplia a Freudiana pois:

“...a visão da psique e do inconsciente modifica, pois ela passa a não ser “uma página em branco” no nascimento e o inconsciente amplia-se incluindo uma camada constituída de estruturas e imagens comuns a toda a humanidade (os arquétipos) que se manifestam nos sonhos, mitos, religiões e contos de fadas”.

Para Jung (1951; 2000) apud Serbena (2010) a psique é formada por concepções individuais e coletivas, as quais são trazidas dos elementos da família, cultura, etnia e da espécie humana. Estas imagens e símbolos arquetípicos são considerados instintivos e automáticos.


 


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Os símbolos são mediadores dos paradoxos entre os conteúdos da consciência e o inconsciente, manifestados de forma simbólica, a fim de compensar o não trazer de forma explicita e direta tais conflitos. (SERBENA; 2010)

Tais recursos ajudam ao consulente entrar em contato com os elementos inconscientes, como poderemos ver mais adiante no manejo clínico do caso aqui apresentado através das interpretações sobre os mitos do Barba-Azul e Vasalisa

Conforme relata Grandesso (2000) apud Vogel (2011), dando prosseguimento ao estudo da alma, na época de 1950 os holofotes da terapia passam a ser direcionados às relações, indo para além do indivíduo. O foco passa a ser o modo relacional que ele estabelece e os vínculos que dele derivavam onde o sintoma passa a ser visto não coo algo do sujeito, mas uma forma disfuncional de comunicação da estrutura familiar (RELVAS, 1999 apud CARVALHAL & SILVA).

Este passa a ser o fator mais importante para a constituição do sujeito e seu estar no mundo, influenciado, sobretudo, pelo pensamento da teoria geral dos sistemas, criada pelo biólogo Ludwing Bertalanffy por volta de 1930. Vogel (2011) esclarece que esta teoria foi aplicada aos estudos psicológicos com a contribuição de Gregory Betason (antropólogo e biólogo), por volta de 1950, com o surgimento da terapia familiar no período pós-guerra nos Estados Unidos (RELVAS, 1999 apud CARVALHAL & SILVA, 2011).

Segundo Relvas (2003) apud Carvalhal & Silva (2011), sistema é a relação de pelo menos dois elementos que interagem entre si e entre outros subsistemas. Por exemplo, uma pessoa que se casa está em interação com o companheiro e ao mesmo tempo está em relação com o subsistema da sua família de origem, da família de origem do companheiro, do trabalho, etc., influenciando-os e sendo influenciado por eles.

Este conceito surge em contraposição à ideia mecanicista de Descartes que defendia a concepção do todo como a soma das partes. Para o pensamento Cartesiano, o sujeito anteriormente exemplificado, seria a soma da pessoa que ela é para a família, com a que ele é para a família do companheiro, no trabalho e assim sucessivamente. Negava-se aí a possibilidade de que parte do que ela é num subsistema também estivesse presente no outro e gerasse um produto destes entrelaçamentos (VASCONCELOS, 2002).

A partir da teoria geral dos sistemas os estudos sobre a psique e doenças mentais ganharam força para o foco nas relações familiares. Os estudos liderados por John Bowlby, após a Segunda Guerra Mundial - evento que provocou muitas separações de crianças e pais - foi um marco importante para o entendimento acerca das repercussões que a separação ou rejeição da figura materna na primeira infância pode causar ao sujeito, desde danos psíquicos até problemas de ordem psiquiátrica, podendo gerar efeitos até a fase adulta (BOWLBY, 1997; PARKERS, 2009).


 


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Bowlby (1977) apud Parkers (2009) criou a Teoria do Apego, a qual se debruça sobre os aspectos psicológicos que as formações e rompimentos dos vínculos afetivos trazem à vida do indivíduo e as estratégias comportamentais utilizadas no enfrentamento de situações novas ou estressoras.

Como cita Bowlby (1997) apud PARKERS (2009), tais estratégias estão ligadas aos modelos internos mentais desenvolvidos na infância a partir da resposta do cuidador às necessidades emocionais da criança, denominadas de comportamentos de apego. Com os avanços dos estudos de Bowlby, outros pesquisadores, como Mary Ainsworth e Mary Main, ampliaram a pesquisa contribuindo significativamente para a categorização destes comportamentos a partir da relação entre a díade figura materna e criança. Foram estabelecidos dois estilos comportamentais: Apego Seguro e Apego Inseguro, sendo este subdividido em Ansioso ou Ambivalente; Evitador ou Esquivo e Desorganizado ou Desorientado.

No Apego Seguro as crianças tem um nível de tolerância aceitável quando em situações de separação do cuidador, demonstrando sentirem falta ao primeiro momento, mas adequando-se à ausência dele após alguns instantes. Costumam explorar o ambiente em que se encontram, até mesmo interagindo com estranhos e ao retorno da figura materna, há boa receptividade e comportamento de busca pelo reencontro (BOWLBY, 1997; PARKERS, 2009).

A criança com Apego Inseguro pode responder à separação de três formas:

Ansioso ou ambivalente - Caso a figura de apego seja muito ansiosa e por isto tende a não perceber a real demanda do filho e até mesmo não o estimulando às novas experiências. Isto provoca um comportamento na criança de agarrar-se a ela, resistindo à sua saída e tendo um tempo de sofrimento mais prolongado em comparação às seguras, provocando muita raiva no momento do reencontro (PARKERS, 2009).

Evitador ou esquivo - as crianças comportam-se ignorando a separação e o retorno da mãe, pois aprenderam com o modelo parental, sua figura de apego, a conter as expressões de afeto e de desejo pela aproximação. Entretanto nos estudos de Ainsworth, foi constatado que estas crianças apresentaram alto nível de estress, com batimentos cardíacos alterados, tanto quando as mães as deixavam até momentos após a sua volta. Tal comportamento confirma que estas crianças são afetadas pela falta de cuidados responsivos da figura materna, mas aprendem a tolhê-los como forma de adequarem-se (PARKERS, 2009).

Desorganizado ou desorientado - apresenta comportamentos polarizados, estereotipados, podendo chorar desesperadamente, atirar-se no chão, até mesmo se machucando compulsivamente ou fazendo movimentos pendulares e repetitivos. Comporta-se de forma extrema para obter alguma resposta da figura materna, devido a esta não apresentar respostas às demandas da criança. Nas pesquisas de Main e Hesse foram verificadas que a maioria destas mães sofreu de depressão pós-parto por terem vivido situações traumáticas na gravidez ou logo após o


 


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nascimento do filho, tornando-as voltadas para as suas questões internas e “alheias” à criança, portanto, com muito pouco investimento parental afetivo (PARKERS, 2009).

O estilo de Apego Ansioso ou Ambivalente, sobretudo, pode gerar uma forma relacional paradoxal, onde mais do que o conteúdo da comunicação entre os sujeitos em relação, ou seja, forma como eles estabelecem esta comunicação influencia o seu comportamento. Neste estilo, a demonstração do afeto passa a ser entendida como a antítese dela. Numa situação onde o cuidador ressalta constantemente à criança o quanto ela não é capaz de fazer conquistas independentes, autônomas, sendo sempre necessária a ajuda do adulto; ao mesmo tempo em que parece ser uma forma de proteger o infante, implicitamente pode estar sendo dito “não acredito no desenvolvimento desta capacidade”. Este tipo de atitude remete ao questionamento sobre o porquê o cuidador não vê ou aceita este avanço da criança, ou ainda, o quanto a manutenção da criança-sujeito no lugar de incapaz traz uma funcionalidade ou poder para a figura de apego.

Por estes questionamentos, Beaston desenvolveu a teoria do duplo vínculo quando estudava em Palo Alto o processo comunicacional e relacional das famílias de veteranos de guerra com esquizofrenia. Ele notou que os feedbacks emitidos pelos cuidadores geravam conflitos internos nos sujeitos com sintomas esquizofrênicos, mas que o foco não estava no portador do sintoma, mas na forma de comunicação padrão da família (VOGEL, 2011).

Nestes sistemas familiares o terapeuta pode entrar como um elemento morfogenético, isto é, promovendo mudanças significativas no modelo relacional aprendido e estereotipado, uma vez que coloca o sujeito portador do sintoma não mais como o centro das atenções, mas também, implica os demais membros a constante relação terapêutica (PAIXÃO, 1995 apud CARVALHAL & SILVA, 2011). Além disto, permite trazer novas perspectivas; um novo olhar sobre a estrutura e a forma de se comunicarem e se decodificarem, promovendo uma nova dinâmica no sistema familiar, mais adaptativa ao meio (MARUYAMA, 1968 apud VOGEL, 2011).

O sistema deixa de se retroalimentar com os padrões homeostáticos, ou seja, com as mesmas formas de se comportarem e de se autoregularem que são mantenedores do sintoma. O Terapeuta estimula novas formas de estarem em relação, promovendo novas estratégias de comunicação e, portanto, descobertas de recursos internos até então adormecidos, iniciando o processo de despatologização e de auto-organização funcional (MARVIN & STWART, 2006).

Para Bloch (1999) apud Carvalhal & Silva (2011), mesmo em atendimentos de terapia individual, os avanços conquistados são ampliados e reverberados no sistema familiar quando o terapeuta propõe tarefas que busquem a interação do sujeito com os familiares. Uma das práticas importantes para isto é o manejo clínico estimulando o indivíduo para o seu processo de diferenciação de self, a busca pela individuação.


 


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A construção da identidade estimula o sujeito a manifestar-se integralmente, com o lado muitas vezes não acolhido pelo sistema familiar por não corresponder às expectativas deste. A segurança e autonomia para defender as suas próprias ideias e manter-se neste lugar, independente de não seguir o fluxo esperado pela família, é uma das principais metas terapêuticas do caso trazido neste trabalho (ANDOLFI, 2002).

A utilização do mito Barba Azul, pela leitura junguiana, como instrumento auxiliar na prática terapêutica, permite ao cliente fazer conexões com a sua própria estória. Isto facilita o contato do sujeito com a sua realidade, entretanto não tão diretamente, por não estar pronto, às vezes, para encará-lo de forma objetiva.

Para Estes (1994), tal mito traz a representação arquetípica da jovem ingênua que desconhece os seus conteúdos internos e se expõe ao predador, em prol de apenas se deleitar dos prazeres, negligenciando as profundezas da sua alma. O encontro com Ele é o conflito vivido pelo feminino a caminho da sua libertação, é entrar em contato com a sua agressividade mais crua, porém criativa e fazer dela a sua força impulsionadora para a busca de si mesmo. Sem dúvida deparar-se com Ele é olhar suas questões mais difíceis, sua intransigência, de apenas querer ver o mundo ao seu modo e fazer com que os outros também o façam. Na passagem desta estória, no momento em que a menina começa a enxergar o Barba Azul com barba menos azul, e alguém dócil e sensível pode-se notar o conflito mencionado.

No decorrer da estória, esta “cegueira” vai ficando insuportável de sustentar, pois a convivência e as circunstâncias da vida vão exigindo da menina novas posturas e novas visões do mundo. Isto fica claro, na parte em que a menina se vê como a responsável pela casa, quando o marido viaja e a deixa como “cuidadora das chaves”. Mesmo com a ressalva feita pelo Barba Azul para que ela não abrisse o aposento da chavinha, a intuição e curiosidade feminina a faz motivar-se junto com as irmãs a testarem todas as chaves até descobrirem a qual quarto ela pertence (ESTES, 1994).

Estes (1994) ainda comenta que o comportamento de buscar a verdade para si mesma demonstra o seu dom farejador e a necessidade de descobrir-se e fazer por si mesma as suas escolhas. Ao achar a porta que a chavinha encaixava e abri-la, percebe-se nesta metáfora que, uma vez aberta a porta do inconsciente, uma vez tendo entrado em contato com as dores e a angústia da psique, não há mais como sair sem “sequelas”. Ao abrir a porta do quartinho proibido pelo Barba Azul, a menina não consegue mais esconder e esquecer o conteúdo nele existente, pois a chave continuará sangrando até que ela enfrente o seu predador, o seu lado mais sombrio, aquele sabotador e vampiro da sua energia vital.

O Aconselhamento Terapêutico contribui neste processo de abertura, de contato com o inconsciente, ajudando ao cliente a sustentar este contato e encarar o seu predador. Ao conhecer o “inimigo” é possível desenvolver estratégias de lidar com ele e neutralizar suas forças quando tenta sabotar a busca pela individuação.

Tags: Aconselhamento terapêutico, apego, externalização do problema, mitos., subsistemas e fronteiras
Última atualização:
2013-06-12 22:22
Autor: :
Ligia Alvares Mata Virgem - Terapeuta Holística - CRT 47968
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